FOGUETÓRIO

Na Holanda, é proibido soltar fogos de artifício, que só são permitidos na véspera do ano novo. Ai de quem soltar um rojão, ou o que seja, sem ser no réveillon, porque vai pra cadeia, com certeza. Em estádio de futebol e outros eventos, então, jamais. Pois é, país de primeiro mundo, né? Foguetório é coisa de gentalha.

Em SSCaí, até a prefeitura patrocina eventos com foguetório, dando muito mau exemplo. Daí, todos se acham no direito de, a qualquer pretexto, encher o saco dos outros. Aliás, no pensamento deles, isso só incomoda os cachorros e eles não estão nem aí. Besteira. Eu odeio foguetes e rojões e sei de MUITA GENTE que também odeia, contrariando esses idiotas.

Para acabar com a ignorância dessas pessoas, informo que MILHARES DE PÁSSAROS morrem por causa da barulheira, que, comprovadamente, perturba a saúde dos idosos, com o aumento da pressão arterial, e dos bebês, provocando choro e até vômitos. Viram? Não só os cachorros sofrem. Pelo jeito, esses “fogueteiros” odeiam gente também!!!

CAÇADOR BOM É CAÇADOR MORTO.

CARROCEIRO BOM É CARROCEIRO MORTO.

DEUS CRIOU OS PÁSSAROS, A MALDADE HUMANA INVENTOU A GAIOLA.

“Tome partido. A neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. O silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado." (Elie Wiesel)

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto." (Rui Barbosa)

"Existe 1 pessoa para fazer o bem, 10 para fazer o mal e 100 para criticar/atrapalhar quem faz o bem."

É PORQUE SOU TÃO TEIMOSA QUE INSISTO EM MUDAR O MUNDO."

(Mercedes Soza)

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28 de outubro de 2011

VANGUARDA ABOLICIONISTA PALESTRA SOBRE VEGANISMO PARA ESTUDANTES EM SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ

A verdade por trás da alimentação do dia-a-dia foi o ponto de partida.

          Nesta quarta-feira, dia 26, a Vanguarda Abolicionista esteve na Escola Paulo Freire, na cidade de São Sebastião do Caí, palestrando para cinco turmas do Ensino Médio, em total de 115 alunos entre 15 e 20 anos. A sequência de atividades começou às 7h30min e seguiu até o meio-dia, com distribuição de kit de folderes sobre mitos da alimentação e direitos animais, além de DVD com vídeo sobre direitos animais. Como suporte às apresentações, foram utilizados slides mostrando o caminho - de trás para frente - desde o bife do prato de cada dia até o animal senciente. Atentos, jovens se interessaram pela apresentação de uma nova ótica sobre os animais não-humanos.
          Também foi exibido o trailler do DVD 'Animal Liberation - History in the making', para mostrar que há ações pró-animais de diversas formas ao redor do mundo. Foi explicado que o ativismo de ação direta tem realidades diferentes por conta de situações locais, e que a Vanguarda Abolicionista foca na informação de base, denunciando o especismo e suas consequências, através de um trabalho pedagógico, em palestras ou mesmo protestos. A iniciativa visa a despertar na população o senso crítico em relação ao que a mídia apresenta sobre os animais e os alimentos. Ao término do vídeo, o conceito de 'radical', tão usado pejorativamente para se referir ao veganismo e ao ativismo, entrou no debate com os alunos. Impressos e vídeos foram distribuídos gratuitamente aos alunos.
          Ao longo dos slides, foi desenvolvido o raciocínio de descaracterização dos animais pela indústria, que os coisifica dentro de uma percepção de propriedade. Foram mostradas, então, diversas alternativas alimentares veganas, desmistificando a ideia de ser mais cara ou de difícil preparo, com fotos de pratos feitos pelo grupo em confraternizações. Em sala de aula, a professora de Filosofia Amanda Gisele Rodrigues - idealizadora das palestras - já havia tratado de ética animal e, através de trabalho em grupo, os alunos fizeram cartazes sobre o uso de animais para experimentação e vestimenta e sobre veganismo.
          Ativista falou sobre a participação de cada um nas mudanças: "Apontamos aos alunos que o ativismo também se estabelece dentro da participação política e engajamento pessoal", disse a ativista Priscila Hermann. "Com R$ 5, qualquer um pode fazer uma revolução", frisou. Após a palestra, uma aluna voltou à sala para doar R$ 5, a fim de que a Vanguarda imprimisse panfletos - explicou-se que ela própria poderia ser agente de mudança, usando o valor para xerocar impressos e distribuir na cidade, colocando em caixas de correio, por exemplo.
          Cartazes confeccionados pelos alunos também foram expostos. Fernando Schell Pereira fez referência à célebre ideia de Che Guevara de que uma dúzia de pessoas pode fazer uma revolução ou mudar o mundo. "Acabou mudando-o de tal forma que todos, ao verem sua foto reproduzida em alguma bandeira, a compreendem como símbolo de um ideal", disse Pereira. Ao final do ciclo de painéis, a escola se mostrou interessada em levar a palestra para todas as turmas, pois os alunos ficaram interessados e comentaram com seus professores na troca de período.

Observação: Valeu, Amanda!!! É imprescindível fazer essas palestras nas escolas, porque, nesta cidade, muitas crianças aprendem com os seus próprios pais a maltratar e assassinar animais. Na Escola Paulo Freire, seguidamente, abandonam animais, de todos os tipos. Uma vez, abandonaram uma caixa cheia de gatinhos pretos. Um aluno, filho do capeta e ele mesmo aprendiz de capeta, matou os gatinhos, pegando-os por uma perna e atirando-os no chão, no muro, etc. Sobrou um só, que ele não conseguiu pegar, que uma vizinha recolheu e me levou. Está na minha casa até hoje. É essa espécie de "criança" que alguns pais estão criando. E está provado que uma "criança" que maltrata e mata animais tem problemas mentais. Se ainda não mostra algum sinal, mais cedo ou mais tarde vai mostrar!!! E os adultos que os ensinam, ou veem-nos "brincando" de matar animais e não fazem nada, merecem nada menos do que cadeia!!! Ou um tratamento corretivo adequado (no meu entendimento, uma TUNDA bem dada já seria bom!!!). Gentalha!!!
          Leiam neste blog, em "Artigos", o que acontece com a "indústria da carne", poderosíssima: fazem-nos crer que não viveremos sem carne.  Claro, o que querem é que todo mundo consuma; quanto mais, melhor PRA ELES. Por isso, o Brasil baseia grande parte da sua economia na "indústria da carne" e sentem-se no direito de empurrar pra todo mundo a grande necessidade que é comer carne. Tentem não acreditar em toda a "propaganda" que escutam ou veem. Ninguém está interessado na nossa saúde, embora digam isso. Querem é VENDER e o resto é bobagem. Senão, como vão ganhar "dinheiro"??? E todo mundo fica repetindo o que pensam ser uma "verdade verdadeira". Pensem, em vez de repetir!!!